segunda-feira, 2 de maio de 2011

17 Idéias para SALVAR o mundo!

1. Informe-se
Acompanhe as notícias sobre o meio ambiente, atualize-se, estude a fundo os aspectos que mais lhe interessam
2. Aja localmente
Pense a respeito de como colaborar na família, na vizinhança, na escola dos filhos e na comunidade. Participe mais de tudo e difunda suas idéias sobre um mundo melhor.
3. Pense localmente
Estabeleça vínculo entre temas locais e globais. Apesar de magnitudes diferentes, os dois universos se correlacionam.
4. Some
Antes de pensar em formar uma organização não-governamental, procure ema parecida na qual você possa se engajar.
5. Otimismo é fundamental
Envolva-se de maneira criativa e divertida. Se quer atrair outras pessoas, pense em discursos e eventos positivos.
6. Seja efetivo
Envolva-se, torne-se ativo, mas não duplique suas obrigações. Trabalhe para ampliar sua efetividade.
7. Crie notícia
Identifique temas que possam interessar a muitas pessoas. Então, escreva para jornais, revistas, redes de rádio e TV.
8. Planeje sua família
Se a população da Terra, em 2050, ficará em 7,9 ou 10,9 bilhões de pessoas, conforme projeta a ONU, a diferença será de um filho por casal.
9. Não polua
Não jogue pilhas e baterias de celular no lixo comum. Mantenha bacias hidrográficas, rios, represas e lagoas livres de lixo ou qualquer tipo de resíduo. Lembre-se: o cano que sai da sua casa provavelmente deságua num rio, numa lagoa ou no mar.
10. Preserve a biodiversidade
Espécies animais e vegetais merecem respeito. Plante árvores: elas produzem oxigênio e são abrigos para aves.
11. Seja coerente
Economize energia, água, prefira equipamentos que não prejudiquem a camada de ozônio, reutilize materiais, recicle o lixo caseiro, use menos o carro, ande mais a pé, evite produtos de origem animal.
12. Passe a sua vida a limpo
Reveja seu estilo de vida. Pense num padrão condizente com o mundo sustentável.
13. Boicote
Engaje-se em movimentos de boicote a produtos que não respeitam o meio ambiente. Aliás, nem espere por moviemntos: faça isso sempre que cair a ficha.
14. Eleja e cobre
Fiscalize o trabalho e a postura dos deputados e senadores ligados à sua comunidade ou cidade. Escreva para eles fazendo sugestões ou cobranças.
15. Separe o joio
Nunca na história tivemos acesso a tanta informação - e também a tantas opiniões diferentes. Faça a coisa certa.
16. Ensine as crianças
Preparar as novas gerações à luz de princípios ecológicos é a garantia de um mundo mais redondo daqui para frente.
17. Acredite no futuro
Estimule idéias inovadoras, invista em grupos não-governamentais, renove sua crença de que tudo vai dar certo. Quanto mais pessoas acreditarem na paz, mas ela será possível.

Fonte: Super Especial - Como Salvar a Terra/junho 2001

Ciclo de Palestras! Uma resposta de GAIA!

LEITURA BÁSICA DE ACESSO A TODOS

Era uma vez, um vilarejo onde vivia uma menina chamada Maria Joseane Lima da Silva. Ela morava com os nove irmãos e outras 56 famílias no sítio Pajeú Mirim, localizado no pobre e árido município de Tabira, a 400 quilômetros do Recife, em Pernambuco. Tais circunstâncias, porém, não impediram que a garota tivesse uma infância repleta de histórias. Mesmo sem livros, seus pais enchiam seu universo de fantasias por meio de gestos e palavras. Aos 23 anos, ela se tornou professora e conseguiu, com a leitura, realizar o grande sonho de melhorar a vida das famílias rurais de sua região.

Para sua sorte, Joseane foi beneficiada com um dos tantos projetos de disseminação da leitura espalhados pelo país. Capitaneados pela iniciativa privada ou pelo governo, esses projetos levam o mundo das letras a quem tem pouco (ou nenhum) acesso a ele. Infelizmente, o mesmo não acontece com milhares de pessoas que não têm o privilégio de deparar com uma estante cheia livros. "Embora haja na maioria dos municípios brasileiros pelo menos uma biblioteca, fora dos centros urbanos ela é praticamente inexistente", afirma Galeno Amorim, presidente da Fundação Biblioteca Nacional.

Outro componente desse triste cenário, e que torna a leitura ainda mais inacessível, é o analfabetismo funcional, representado por aqueles que possuem conhecimentos rudimentares da língua, mas são incapazes de ler ou interpretar textos. Segundo a última pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), realizada em 2009, esse contingente beira os 30% da população brasileira. "Seja por falta de tempo ou por dificuldade de aprender, o adulto que pouco ou nada estudou não tem ânimo para retomar as aulas", afirma Ana Lúcia Lima, diretora executiva do Instituto de Analfabetismo Funcional (INAF). "Os jovens que hoje têm acesso à educação sofrem com a má qualidade do ensino", diz Ana Lúcia. Segundo ela, é preciso estimular maneiras de oferecer um bom estudo e mostrar que a leitura, além de importante, pode ser interessante.

Para piorar, precisamos nos lembrar de que o preço dos livros não é nada convidativo. Muito pelo contrário. "Mesmo que ele venha caindo nos últimos anos, o valor ainda não equivale ao poder aquisitivo da maioria da população", afirma Rosely Bosquini, presidente da Câmara Brasileira do Livro (CBL). Isso porque são as classes A e B as que mais compram, segundo a pesquisa Retratos de Leitura no Brasil, do Instituto Pró-Livro, de 2008. Mesmo assim os índices de leitura são bem baixos para essa parcela da população: 5,4 livros per capita por ano. "Estamos discutindo no Ministério da Cultura formas de a classe C, que hoje é maioria na população, ter acesso ao mesmo conteúdo de determinado livro, mas com um preço bem mais acessível", diz Galeno Amorim.

A boa notícia é que a cada dia surgem inúmeras soluções para aproximar o livro do leitor. Tais iniciativas estão reunidas no portal do Plano Nacional do Livro e da Leitura (PNLL), criado pelo Ministério da Cultura em 2006 com o objetivo de organizar, estimular e reunir ações que envolvam incentivos à educação. Até agora há mais de 830 medidas criativas que vão desde poesia em filas de banco, na Bahia, passando pela leitura para a população ribeirinha dos rios do Amazonas, até grandes projetos.
Fonte: Patricia Bernal / Carla Leiner

NÃO CURTIR!!

O Facebook é movido a carvão. Pois é, para manter no ar o site de relacionamento mais popular do planeta a empresa utiliza uma das mais arcaicas e porcas fontes de energia. Isto quer dizer que eu, você e mais 500 milhões de pessoas estamos – direta ou indiretamente – contribuindo para a emissão de altos índices de dióxido de carbono (CO2) e outros gases causadores do efeito estufa e das mudanças climáticas.
Para quem não sabe, usinas geradoras de energia a carvão são as mais poluentes que existem. Isto porque carvão nada mais é do que carbono em pedra. Quando queimado libera grandes quantidades de CO2 na atmosfera.
Muitos países ditos desenvolvidos, entre eles Estados Unidos e Inglaterra, além de outros em crescimento vertiginoso, como a China,  queimam toneladas de carvão todos os anos para iluminar cidades e colocar em funcionamento as indústrias que impulsionam suas riquezas. E o Facebook, instituição moderna e inovadora ainda não aderiu à energia renovável. Por isso, o Greenpeace fez, esta semana, um manifesto em frente à sede da empresa, nos Estados Unidos, protestando contra o uso desse tipo de matriz energética.
Você consegue perceber como influenciamos o mundo – para o bem ou para o mal – nas mais simples ações? Até mesmo para mandar um “Oi” para os amigos nas redes sociais.
Se você é usuário do Facebook e sentiu-se incomodado, vá à pagina que o Greenpeace colocou, ironicamente no próprio site de relacionamentos, e proteste: diga que você não é amigo do carvão.

Eco Dicas!!!

Aves do Brasil - Mata Atlântica é um aplicativo do site Planeta Sustentável da editora abril, que funciona como um verdadeiro guia de campo para identificação de espécies - uma poderosa ferramenta para leigos e profissionais. Produzido pela área de Conteúdo Digital do Guia Quatro Rodas em parceria com a Editora Avis Brasilis, traz 345 pássaros com ilustrações e textos de Tomas Sigrist, o mais respeitado autor de guias de campo para observação de aves (birdwatching) no país. A versão completa custa US$ 6,99. Há também uma versão grátis, com 30 aves, para quem quer conhecer as funcionalidades.O programa apresenta um sistema de busca baseada em classificação taxonômica, em ordem alfabética e em “tipos”, isto é clasisficadas como corujas, pombas, sabiás etc. Com o aplicativo você pode identificar as principais espécies da Mata Atlântica, em todos os ambientes: no quintal de casa, nos parques da cidade, em reservas florestais. Além de textos completos e ilustrações, você encontra também fotos e cantos de muitas aves.
Confira aqui!

Nas profundezas dos oceanos...

A biologia é linda, mas é também muito bizarra. E ser bizarra, muitas vezes a faz ficar mais linda ainda. Vocês já ouviram falar na zona abissal? O que vocês sabem sobre os bichos que vivem lá?
A zona abissal é a mais profunda zona dos oceanos, geralmente com mais de 4 mil metros de profundidade (ou mais) onde a luz do sol nunca chega e a temperatura é sempre muito baixa. A temperatura geralmente é de 0 e 4ºC e apresenta uma pressão tão alta que pode esmagar um cilindro de oxigênio (cilindro de mergulho).
Um lugar tão extremo, não deveria ter nenhum ser vivo, não é? Mas não é assim, existem os seres abissais representados por estranhas espécies de peixes com características extremamente peculiares e diferentes do que estamos acostumados. São bichos que fascinam os cientistas pelas adaptações a vida sob pressões insuportáveis, pouco alimento e reprodução difícil.
As adaptações dos peixes abissais são impressionantes, alguns tem boca e estômago capazes de engolir e digerir presas com o dobro do seu tamanho, pois a comida é escassa, eles precisam de se garantir quando chega a hora de comer. Nas condições em que vivem, em ambientes inóspitos, muitos desses peixes desenvolveram sistemas orgânicos destinados a iluminar as trevas e atrair as presas: possuem uma luminescência no próprio corpo, que acendem e apagam como lanternas quando necessário.
Um dos peixes mais importantes e conhecidos da zona abissal é sem dúvida o Melanocetus johnsoni. Ele possui uma boca grande com dentes afiados, olhos pequenos e uma espécie de “isca” com bactérias luminescentes, que atraem as presas. Esta isca é um apêndice luminoso na cabeça que move-se em torno da enorme boca. As presas pensam que vão petiscar o ponto de luz, mas a realidade não é o que parece. Elas serão devoradas impiedosamente!
Melanocetus johnsoni